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terça-feira, 10 de março de 2009

Pinto na seleção natural da mulher

Fonte: Medical Selections Magazine, May/2007- New Jersey/New York City Medical Association.
Assim como a juba do leão, a cauda no pavão e os chifres do alce, o pênis na espécie humana e principalmente as suas dimensões, sempre foi e ainda é fator de seleção natural...

Segundo evidências mundiais sobre a mais remota antiguidade, toda fêmea da espécie humana sempre selecionou seus homens pelos dotes físicos e sexuais.
Toda mulher se atrai, e sabe instintivamente que um pênis grande e volumoso proporciona as mais intensas sensações de prazer sexual, facilitando ao orgasmo, que por sua vez aumenta as chances de fecundação, dadas às suas geradas contrações em sucção, que conduzem o esperma mais acima ao útero.
É um ardil da Natureza, que condicionou um maior prazer à uma maior possibilidade de fecundação. Soma-se à isso, o fato de homens com pênis avantajados serem mais seguros, arrojados e positivos, características que são atrativas ao sexo feminino.
Tal preferência sexual das mulheres, automaticamente excluia individuos de pênis pequenos, mal dotados para o sexo e a reprodução (homens com pênis abaixo de 16 cm por exemplo). Impedindo assim naturalmente que seus genes indesejados se transmitissem à futuras gerações.
Segundo pesquisadores, tal seleção provocou como paliativo e resposta, a gradual utilização de roupas por muitas civilizações antigas que viviam em clima ameno, impedindo com que as mulheres tivessem facilidade em visualizar de forma crítica os orgãos sexuais dos pretendentes.
Nasceu ainda nessas sociedades antigas, a repressão sexual da mulher, onde a mesma só deveria conhecer o sexo no casamento, para não poder comparar e novamente rejeitar os mal dotados para o sexo, além de tentar garantir a herança genética familiar.
Como compensação aos seus reduzidos dotes sexuais, os homens em questão procuraram desenvolver bens materiais, intelectuais e habilidades manuais para ofertarem às suas pretendentes. Há um consenso entre historiadores, que essa tentativa de compensação material foi uma das molas que impulsionou o desenvolvimento das Sociedades de consumo atuais.
É o fundamento da máxima:
Repressão Sexual ->Desenvolvimento Econômico.
Porém, todos os artifícios criados através dos milênios para impedir essa seleção sexual primitiva pela mulher, voltam-se atualmente contra ela própria e o seu prazer. A falta da seleção sexual natural na espécie humana, ocasionou com que a grande maioria dos homens atuais de todas as raças, possuam pênis com dimensões inferiores às necessárias para propiciar um completo prazer às mulheres. Sendo que os bem-dotados tornaram-se uma minoria estatística.
O comportamento sexual da mulher moderna ainda é em grande parte idêntico ao primitivo, e suas preferências confirmadas, pelas fantasias sexuais persistentes em todas as civilizações quanto à homens avantajados, confirmam isso.
Mas há fortes evidências de que a seleção sexual pelas mulheres, retomou o seu curso na atualidade.
Reiniciou-se nos anos 60, com a liberação sexual e a pilula anticoncepcional, fazendo com que as mulheres experimentassem e comparassem um grande número de parceiros sexuais. E nos últimos 20 anos, com o advento da Internet, onde a quase totalidade das mulheres de todas as idades, têm acesso à milhares de imagens e informações idôneas.
Isso somado, tem gerado uma mulher mais agressiva sexualmente, mais seletiva e por vêzes irônica com seus pretensos parceiros inadequados; que ainda buscam até inconscientemente, compensarem suas limitações com carros possantes, casas suntuosas e altos ganhos financeiros.
Todo homem mal dotado, sabe instintivamente que se uma mulher conheceu uma vida sexual prazerosa com um homem bem dotado, será quase impossível ocupar o mesmo espaço e intensidade de sentimentos no coração dessa mulher, mesmo com suas eventuais vantagens em carinho, dedicação e confôrto material proporcionados.
Talvez a única resposta masculina possível à essa implacável seleção, reiniciada vigorosamente na atualidade, seja a de negarem-lhes o casamento ou a realização afetiva, fato que se evidencia no mundo todo na grande proporção de mulheres executivas ou bem sucedidas financeiramente, que levam vidas solitárias ou sem constituirem as suas sonhadas famílias.

Por Rose S. Jennings

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