domingo, 15 de março de 2009

Brinquedo de mulher

Esta história não é um conselho, mas uma lição de vida que eu gostaria de compartilhar com mulheres que vivem longos períodos de solidão, por motivos diversos e alheios à nossa vontade. São fases difíceis de serem ultrapassadas, e, por mais que nos adaptemos, não deixam de serem períodos delicados. Espero contribuir de alguma maneira com minhas companheiras, mulheres que desconheço, mas que como eu, já provaram o gosto amargo da solidão.

Sexo, chocolate, desejo, traição, remorso. Estas palavras não paravam de me provocar. Iam e vinham, me incomodando profundamente. Meu namorado, por questões profissionais teve que se ausentar do Brasil durante oito meses e decidimos que suportaríamos a falta um do outro sem nos envolvermos com outras pessoas.

Distância, correria, stress do dia a dia e os problemas, aliados à saudade iam tornando meus dias insuportáveis. Por mais que nos falássemos e nos víssemos pela net, faltava a presença física, o toque na minha pele, beijos, abraços. Isso pra não falar no sexo, (tenho tanto ou mais desejos que eles, já que não sou de ferro) que pra nós passou a ser virtual e por vezes solitário.

Nos meus dias mais difíceis, entupia-me de chocolate e me acalmava um pouco, mas colhia os efeitos colaterais do excesso. Em alguns meses minha auto estima despencou, minha pele parecia a de uma adolescente, cheia de espinhas e oleosidade, e, para piorar, meu peso subira astronomicamente. Eu me encontrava à beira de um ataque de nervos, deprimida e triste.

Nos nossos encontros via webcam, eu o via cada dia mais bonito, bem disposto e feliz (enfim, ele estava sendo recompensado pela extrema dedicação ao trabalho e a viagem para outro país era a prova disso). Enquanto ele era só novidade, eu, sem o mínimo de romantismo, reclamava de tudo, e ele ouvia pacientemente, o que me irritava profundamente. Eu era então um imenso poço sem fundo, cheio de duvidas. “Será que eu não fazia falta pra ele?” “Será que ele tinha arrumado outra?” “Será que ele não me amava?”

Numa dessas conversas, percebendo minha ansiedade, ele sorriu, disse que continuava me amando como sempre e ia me mandar um presente que certamente iria aliviar um pouco o meu coração. Meus olhos voltaram a brilhar. Ele continuava o mesmo homem atencioso e amoroso que eu conhecera. QUEM ESTAVA MUDADA ERA EU!

Dez dias depois, o presente chegou. Quase dei um abraço no carteiro de tão ansiosa estava pela chegada do meu “pacote”. Entrei no meu quarto, fechei a porta e fui rasgando uma caixa que parecia blindada com fita crepe. Em seu interior, uma camiseta dele, usada. Ao desdobrá-la, a surpresa! Um vibrador em forma de pinto, feito de um material macio e gostoso de segurar. Tirei as pilhas do controle remoto da TV, arranquei minhas roupas e deitei-me com aquela coisa nas mãos, pensando no meu namorado. Era uma tentativa, porque eu nunca me imaginara usando um objeto daqueles, mas eu precisava de uma resposta, já que, com certeza ele iria querer saber a minha opinião acerca do presente.

Liguei a coisa e ela vibrava em duas rotações diferentes. Fui relaxando, com um imenso sorriso nos lábios e uma alegria infantil tomou conta de mim. Era como se eu fosse uma menina ganhando sua primeira boneca.

Deitei-me, como fazia antes e me masturbei longamente pensando no meu namorado, só que desta vez eu tinha o meu vibrador e descobri que ele é capaz de me proporcionar sensações inenarráveis e desconhecidas.

Naquela noite meu namorado ligou e me exibi desinibidamente, sentindo ainda mais prazer do que anteriormente. Ele ficou excitadíssimo e desde então nosso relacionamento ficou ainda mais apimentado e feliz, além de estar sendo bem mais fácil para ambos, aguardarmos nosso reencontro.

Ainda faltam alguns meses para meu namorado voltar e eu a cada dia fico mais expert com meu brinquedinho novo. Uso sem restrições, já que ele não engorda, não prejudica minha pele e corpo, não me deixa com remorsos e me relaxa profundamente. E quer saber de uma coisa? Ele é muito mais gostoso que qualquer chocolate!

PS. Outro fato que me deixou muito feliz, foi que minhas horas com meu brinquedinho tiveram um efeito de meditação em minha vida, hoje totalmente repaginada. Continuo trabalhando e estudando e, ao invés de ficar infeliz pela ausência do meu namorado, estou realizando planos adiados, como um curso a distância via net e uma especialização nos finais de semana. Meu amor por ele continua tão grande e forte como antes só que acabei aprendendo a gostar mais de mim e a ser mais independente.

Como explicar nosso estranho jeito na cama

Ah, a ciência! Sempre tentando descobrir porque fazemos tanta bobagem! E o que não faltam são pesquisas para explicar nosso comportamento na cama. Aqui estão algumas das últimas descobertas destes exploradores da alma humana:

*Pesquisadores alemães da universidade de Göttinger, chefiados por um médico de nome bastante sugestivo, Ragnar Beer, chegaram à conclusão que quanto menos sexo você fizer, mais trabalho vai procurar. Isso mesmo! Pessoas com reduzida vida sexual buscam outras formas de compensação e é geralmente no trabalho. E mais, sexo reduz o estresse e quanto menor a quantidade de sexo na semana, menos sexo o frustrado vai procurar. Ou seja, aquele seu colega de trabalho workaholic e estourado, no fundo só está precisando de uma tórrida noite de amor. Ajude-o e o clima no escritório vai ficar uma maravilha.

*O Instituto Kinsey, o mais famoso em pesquisas sexuais, já havia mostrado que mulheres mudam suas preferências masculinas durante o ciclo menstrual. Agora conseguiram provar que durante a ovulação, as mocinhas preferem rostos mais masculinos, que mostrem mais testosterona! Elas consideram que esses caras podem ser um risco, mas são mais recompensadores porque farão melhores filhos. Assim, meu amigo, deixe a barba por fazer e saia à luta. Só use camisinha reforçada, porque sua parceira vai estar com os hormônios à toda.

*Já na Inglaterra, a professora Anne Campbell da Universidade de Durham provou que apesar de todo o discurso feminista, as mulheres ainda não curtem sexo casual como os homens fazem. Para elas, qualidade supera quantidade e, ao contrário do que reza a lenda popular, ela não vai transar com você porque quer um relacionamento de longo prazo. E mais, enquanto nós homens nos gabamos de nossa conquista, as moçoilas se sentem usadas e morrem de medo que essa aventura manche sua reputação. Mais uma vez a ovulação salva nossa vida já que a pesquisa também apontou que a maioria das respondentes que toparam sexo casual foram motivadas, principalmente, por seus hormônios.

E essa aqui foi publicada em 2008 no HealthDay News. Garotas norte-americanas que se comprometeram a manter a virgindade até o casamento e praticar abstinência sexual, tiveram o mesmo comportamento sexual que aquelas que não fizeram a promessa. Ou seja, transaram! E o mais bacana é que cinco anos depois do juramento, elas negaram que o tinham feito. O grande problema é que essas meninas são as que menos usam métodos contraceptivos ou de proteção conta DST. Ou seja, além de inexperientes e mentirosas, as gurias são burras!

E, para terminar, finalmente conseguiram provar que é verdade que não existe mulher feia, foi você quem bebeu pouco. Cientistas da Universidade de Bristol no Reino Unido conduziram uma pesquisa com 84 estudantes divididos em dois grupos: o que tomou refrigerante e outro que sorveu copos de vodca. Depois de 15 minutos, as duas turmas analisaram fotos de rostos de 40 outros estudantes e os embriagados consideraram-nos mais atraentes. O próximo passo desta importantíssima investigação será definir se esse efeito alcoólico se restringe à face ou se pode ser ampliada ao corpo ou a outras coisas sem caráter sexual (como filhotes de animais, por exemplo).

Claudio R. S. Pucci

As mulheres amam chocolate!

Ser mulher é ser feminina. É ter graça. É ter leveza. É compreender o sentido pleno da palavra delicadeza. É permitir-se ser frágil, dependente. É também ser forte, mesmo nos momentos de maior fraqueza. É saber o poder das suas palavras e do seu olhar. É ter o dom de extrair o belo do meio da dor. É ter a responsabilidade de gerar: vidas, valores, emoções, sonhos, direções. É saber conduzir e ser conduzida. É encontrar um tesouro enorme dentro de si. É ter o dom de recomeçar a cada manhã e também ser fragil ao chocolate.

Porque o chocolate mexe com o desejo da mulher nas TPM's e nos momenos solitários.

“A serotonina é um neurotransmissor capaz de regular o sono, o humor e até o padrão alimentar.Os homens conseguem sintetizar a serotonina mais rapidamente do que as mulheres e são capazes de armazenar o dobro, por isso se controlam antes de atacar um chocolate. Já as mulheres, principalmente na TPM, têm queda na taxa de estrogênio e a elevação dos níveis de progesterona está associada também, à diminuição da serotonina (o chamado hormônio da felicidade). Como não há nenhum alimento capaz de aumentar mais a serotonina do que chocolates e doces, fica claro o porquê das mulheres precisarem de um chocolatinho de vez em quando”, explica Alessandra Rascovski, endocrinologista especializada em TPM.
O chocolate é afrodisíaco e vicia...
O chocolate contém nutrientes essenciais para a energia, bom humor e prevenção da insônia. Alguns destes nutrientes estão ausentes em boa parte da dieta e os cientistas acreditam que o chocolate seja a sua principal fonte. Comer vegetais folhosos verdes, como brócolos, é uma boa maneira de evitar o desejo intenso por chocolate, pois substitui algumas das substâncias que produzem o "vício".
"Compulsão por doces....
O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Esta é a conclusão de especialistas em nutrição que se basearam em pesquisas e entrevistas com mulheres que têm uma vontade quase irresistível de comer doces, que verificaram que a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto a dependência do álcool ou drogas.
A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança. É natural.
Nas últimas décadas as pessoas seguem padrões de beleza que as obrigam a desejar um corpo esguio e perfeitamente modelado e, nos consultórios, as queixas são conhecidas: se a pessoa é gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade."(fonte: Farmácia e Saúde)
Mas por outro lado achei essa reportagem na Galileu que diz:
"Chocolate, uma paixão cultural
Saboroso, deliciosamente doce, o chocolate é a mais irresistível das tentações. Isto quase todo mundo sabe. Novidade é a conclusão a que chegou uma pesquisa feita, recentemente, nos Estados Unidos e na Espanha, sob a coordenação da Universidade de Shippensburg, no Estado da Pensilvânia. Ao analisar a atração que o chocolate exerce, especialmente, sobre as mulheres, o estudo indica que a preferência feminina não é psicológica nem orgânica, mas cultural - uma questão de tradição e hábito, disseminado desde a infância. "O desejo por chocolate não é psicológico", diz a psicóloga Debra Zeller, uma das responsáveis pela pesquisa. "Deve ser algo mais do que isso; é, provavelmente, cultural. As mulheres americanas, muito mais do que as espanholas, nascem comendo chocolate." (Fonte: Revista Galileu)
"Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Quem tiver uma vontade incontrolável de comer doces e não for diabético, pode optar por compotas de fruta ou outros doces sem gordura.
O doce parece ter um significado afectivo na maioria das famílias. E, em casos de carência de afectiva, a compensação acaba no próprio doce". (fonte: Farmácia e Saúde)
Então meninas não fiquem com vergonha quando seus namorados disserem que vocês estão passando do ponto! Se estiverem com a consciência limpa, decorem as frases à cima, e com elas na ponta da língua vocês garantirão mais alguns pedaços!!!

sábado, 14 de março de 2009

Devaneios de mulher

Deitei-me no sofá. À tarde o calor dava uma trégua, então, vestida com uma velha camiseta e uma pequena calcinha de algodão branca e confortável, entreguei-me ao ócio e ao relaxamento. O vento leve entrava pela janela acariciando meu rosto e parecia me embalar junto com a música suave que tocava no rádio.

Perdi-me em pensamentos, com a mente desligada das coisas do mundo... Não sei há quanto tempo estava ali, quando senti mãos afagando meus cabelos soltos, meu pescoço, meu colo. Minha camiseta foi lentamente levantada e senti uma boca quente e úmida chupando delicadamente meus mamilos, lambendo meus seios, minha barriga. Aquela língua macia percorria meu corpo me enchendo de tesão e minha vontade era apenas me entregar àqueles toques que atiçavam meu desejo. Minha pele era um mundo de sensações deliciosas. Meus pés eram acariciados gentilmente e eu me sentia uma longa estrada percorrida por uma língua errante e sem pressa. Meus tornozelos eram redesenhados, as dobras de meus joelhos lambidas com uma suavidade que fazia com que toda a minha pele se arrepiasse. Torci para que o dono daquela língua e daquelas mãos se apressasse e tocasse o meio de minhas pernas que estava incendiada de desejo, mas ele realmente não era veloz, o que me deixava ainda mais excitada. Eu podia sentir a respiração dele próximo à minha virilha, como se ele sussurrasse com ela. Abri minhas pernas lentamente para que ele me libertasse logo daquela agonia, mas ele apenas mordiscava os pêlos da minha buceta sem sequer tirar minha calcinha. Após um tempo que me pareceu uma eternidade, ele arredou minha calcinha para o lado e começou a chupar meus grandes lábios, lentamente, como se eles fossem pêssegos maduros e carnudos. Eu gemia baixinho e me contorcia de gozo. Sua boca aproximou-se quente do meu clitóris e ele dava mordiscadas nele, alternadas com pequenas sopradinhas, como se ele fosse a chama de uma vela (que aliás, era o que ele estava parecendo de tão duro que estava). Isso mais atiçava meu fogo, mas ele parecia querer me torturar e eu, além de estar amando a tortura, queria ver até onde ia a “crueldade” dele para comigo. Minha buceta estava molhada, melada de gozo e ele lambia tudo como um cachorro guloso. Naquela hora meu nome era DESEJO, VOLÚPIA. Se minha buceta soubesse falar, ela imploraria aos berros que um pau grande e grosso a penetrasse com força, até que eu pudesse cavalgar sobre ele como uma égua no cio, mas nada parecia adiantar, e por mais que eu me contorcesse de gozo e tesão, ele era doce e indócil, pois só fazia o que queria. Não aguentando mais aquela pressão toda, gritei enlouquecidamente de prazer e gozo. Meu gemido foi tão alto que meu corpo despertou subitamente, fazendo com que meus olhos se abrissem e eu me visse transportada para outro mundo.

A tarde se fora, a janela estava aberta, as cortinas esvoaçavam pela sala e uma forte chuva caía. A música suave era abafada pelo barulho ensurdecedor dos trovões que acompanhavam a tempestade e aquele sonho maravilhoso se foi.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Queria transar com a Madonna

"Conheci a Simone há sete anos, no trabalho. Na época ela tinha 22 anos e era muito tímida. Como sou despachada e adoro falar de sexo, em pouco tempo ela foi ficando mais solta. Dávamos muita risada falando das nossas vidas sexuais. Eu era apaixonada pelo meu namorado, com quem estava há dois anos. Simone também namorava firme. Então, tínhamos muito o que trocar.

Um dia, em uma das nossas conversas, falei brincando: 'Ainda vou transar com a Madonna ou com a Marina Lima', que são meus ícones sensuais. Depois das risadas, ela se abriu: 'Já transei com uma mulher e foi uma experiência muito legal'. Reagi com naturalidade, mas jamais imaginaria que ela fosse capaz disso. Era toda certinha, tímida, feminina, apaixonada pelo namorado. Nossos parceiros se davam bem e saíamos sempre juntos.

Num sábado de verão resolvi fazer um jantar para nós quatro, na casa do meu namorado. Os rapazes saíram para comprar cerveja e eu e ela ficamos na cozinha, preparando a comida, bebendo vinho, conversando. Depois de uns cinco minutos, Simone me encostou na parede e me beijou loucamente. Aquilo me pegou de surpresa, mas achei ótimo aquele beijo sem bigode, sem pele áspera, totalmente diferente da sensação que tinha com um homem. Não era a primeira vez para ela, mas era tudo novo e atraente para mim: a mão macia, o peito macio, o cheiro de mulher. Estávamos usando vestidos fininhos e o contato dos nossos corpos foi muito intenso. A roupa era fácil de levantar, de puxar e rolou tudo muito rápido. Foi delicioso, e eu diria que só faltou o sexo oral para completar a transa.

Ficamos juntas 20 minutos e, de repente, me deu pânico. Parei tudo: 'Os rapazes vão chegar e não podem ver a gente nesse estado.' Nos afastamos naquele clima meio confuso. Lembro que ela me olhava com ternura, de um jeito muito diferente de como os homens olham numa situação dessas. Eles são mais agressivos, demonstram mais tesão do que ternura. Minutos depois, os rapazes chegaram. Ela ficou mais calada do que o normal. Eu também fiquei constrangida, achava que estava escrito na minha testa o que tinha acontecido e temia que o namorado dela, ciumentíssimo, desconfiasse e fizesse um escândalo. Mas isso não aconteceu. Nenhum dos dois percebeu nada. Fomos relaxando, jantamos, continuamos bebendo. Simone e eu trocávamos olhares cúmplices e, de vez em quando, dávamos uma desculpa para irmos juntas à cozinha, onde nos beijávamos. Era uma loucura, o calor, o corpo dela, o risco de sermos pegas. Não sei se foi o vinho, mas curti tanto a brincadeira, fiquei tão atraída pelo jeito feminino dela que, enquanto estávamos juntas, pensei: 'Será que vou virar lésbica?'. Mas na hora não dava para refletir muito.

Depois que eles foram embora, transei com meu namorado, mas pensei na Simone. Eu estava com muito tesão. Principalmente na hora do sexo oral, quando imaginei que era ela que estava ali, tive um orgasmo incrível. Pensei em contar o que tinha rolado para ele. Talvez apimentasse ainda mais o sexo, mas fiquei com medo de que aquilo estragasse nosso relacionamento. Ele era 14 anos mais velho e podia não achar a menor graça na história. Também fiquei com medo de prejudicar a amizade com Simone. Aquilo não ia mesmo virar um namoro, sempre me relacionei com homens, quis casar e ter filhos e continuava a fim de tudo aquilo.

Na segunda-feira, como sempre, nos encontramos no trabalho. Ela abriu um sorriso enorme e agiu normalmente, o que me aliviou. Não tocamos mais no assunto, mas durante duas semanas Simone me convidou para dormir na casa dela. Eu recusava sem dar explicação. Mas, na verdade, tinha medo de estragar nossos namoros, de alguém descobrir e virar uma fofoca ou um escândalo. Ela percebeu e desistiu.

Com o tempo, o constrangimento passou e a amizade está aí até hoje. Que eu saiba, nenhuma das duas teve outra experiência com mulher. Ela continua apaixonada por aquele mesmo cara, eu terminei aquele namoro dois anos depois. Há um ano e meio me casei e ela foi minha madrinha. Sou feliz com o meu marido e não quero transar com mais ninguém. Como o assunto nunca foi tabu para mim, contei para ele o que aconteceu naquela noite, só não disse que tinha sido com a Simone, que ele conhece. Ele, que é americano, reagiu com naturalidade, disse que isso é comum entre as mulheres do seu país. Elas experimentam esse tipo de história sem sentir culpa e isso não tem maiores conseqüências. Foi o que aconteceu comigo. Não me senti culpada".

Mulher em reforma

Sou casada há 5 anos. Moramos em São Paulo e tivemos nosso primeiro filho há 10 meses. Entrei em depressão pós-parto, o que fez com que nos mudássemos para uma chácara num condomínio fechado. A princípio não gostei da idéia, pois me sentia muito sozinha, sentia falta do barulho da cidade e ainda tinha uma leve desconfiança de que estava sendo traída. Com a auto-estima em baixa, comecei a procurar o que fazer. Resolvi fazer umas reformas na casa, o que muito agradou Sérgio, meu marido.

Uma vizinha com quem fiz amizade, me recomendou um pedreiro, que de acordo com ela, iria resolver todos os meus problemas e realizar todos os meus sonhos. Achei-a um pouco exagerada, uma vez que eu pensava em fazer pequenas mudanças, mas resolvi chamá-lo.

Naquela mesma tarde ele me atendeu. Mohamed era um crioulo forte, alto, dono de uma boca grande que deixava a mostra dentes muito brancos e um sorriso cativante. Devia ter uns 30 anos, mas tinha um quê de menino, e me explicou que o pai era fã de boxe, daí o seu nome. Fomos até a piscina, onde eu gostaria que ele fizesse um quiosque. Material comprado, ele começou a trabalhar. Começamos a conversar e ele parecia se interessar muito por tudo o que eu falava, ao contrário do meu marido; então, eu sentia uma irresistível vontade de ficar perto dele.

À tarde, o sol estava quente e resolvi levar um lanche pra ele. De bermuda jeans e sem camisa, ele exibia um corpo másculo e o suor fazia sua pele negra brilhar como um delicioso chocolate derretido. Um leve tremor percorreu meu corpo e passei a língua pelos lábios quase sem sentir. Como sou descendente de alemães e tenho a pele muito branca e os olhos azuis, senti-me corar da cabeça aos pés.Ele se aproximou de mim, pegou a bandeja com o lanche e fiquei arrepiada ao sentir sua pele na minha e um calor súbito de desejo percorreu meu corpo. Ele me olhou nos olhos, parecendo ler meus pensamentos e perguntou-me onde poderia se lavar. Levei-o até a sauna e fiquei olhando aquele homem enorme enfiar a cabeça debaixo do chuveiro. Molhado, ele parecia um deus de ébano. Eu não conseguia desviar meus olhos dele, que percebendo, puxou-me com força e beijou-me com doçura e violência. Sua língua violava minha boca e eu gemia de tesão, enquanto aquelas mãos experientes e fortes apertavam minhas carnes, minhas nádegas, meus peitos.

Ele empurrou-me até a parede, começou a me agarrar com mais força, enquanto eu sentia seu pau grosso querendo sair pra fora de suas calças de tão duro que estava. Em pé, ele abaixou sua bermuda e vi uma lança, uma clava forte surgir no meio de suas pernas. Ele me levantou com um dos seus braços enquanto rasgava minha calcinha e eu, agarrada em seu pescoço fui penetrada por aquele pau que entrava em minha bucetinha molhada. Ele fazia movimentos diferenciados e eu gritava alucinada. Queria aquele pau pra mim, queria ser fodida de todas as maneiras possíveis e gritava pedindo mais. Ele me socava em seu pau como se eu fosse uma bonequinha, perdida em suas mãos. Virou-me, juntou meus cabelos longos e lisos em suas mãos negras, passou a língua no meu cuzinho, que eu arrebitava para ele sem nenhuma cerimônia, pois queria sentir aquele pau todo dentro de mim...Ele colocou a cabecinha do seu pau na portinha do meu rabo e eu fazia força para sugá-lo para dentro de meu cuzinho, de tão gostoso que estava, mas ele não comeu meu rabinho. De repente ele me virou e colocou seu pau em minha boca e eu o chupava como um animal faminto, louco por leitinho. Um jato de porra esguichou seu pau em minha boca e era tanta porra quente que escorria pelos cantos de meus lábios. Mohamed levantou-me beijou meus lábios molhados e sussurrou no meu ouvido... ”calma minha cadelinha loura... calma que eu ainda quero te comer muito...mas por hoje acabou...agora só tem mais pistola amanhã...” Por mais que eu fizesse charminho ele não me comeu mais naquele dia. Fui para dentro de casa fazendo beicinho e já pensando no dia seguinte.

Ao entrar, Zilda, a babá avisou-me que Sérgio ligara, avisando que chegaria mais cedo para o jantar. Subi as escadas correndo e entrei para o banho. Enquanto a banheira enchia, liguei o chuveiro, e abri minhas pernas para que a água fria me massageasse o clitóris, que eu manipulava lentamente, até gozar.

Estava deitada na banheira de hidromassagem com a espuma a cobrir meu corpo. De olhos fechados, sonhava com Mohamed, quando subitamente senti a presença de alguém. Abri os olhos e Sérgio estava ali...na minha frente...

Camila na fazenda

O meu nome é Camila, moro numa cidade do interior de Minas, sou clarinha, tenho 17 anos, tenho cabelos e olhos castanhos, cabelos compridos até a cintura, 1,70 , 70 kg bem distribuídos . Eu moro numa fazenda e minha família é muito religiosa. Mas nesse ultimo fim de semana fui visitar uma tia numa outra fazenda que é longe de tudo, a noite meu tio passou mal e tiveram que arrumar um carro as pressas para leva-lo a cidade , e então fiquei lá de companhia pro meu primo o Geraldo que é um rapaz muito lindinho... Loiro, alto, 22 aninhos, musculoso, um tesão. Anoiteceu e fui pro meu quarto fechei a porta, de repente ele bate na minha porta pedindo pra eu o deixar entrar porque esta muito triste e com medo de ficar sozinho. Então eu abri né, ele foi só entrando e deitando na minha cama junto comigo e começou a me abraçar, me beijar, ficamos ali naquele amasso por um bom tempo, então ele começou a tirar a minha roupa, a minha blusa e beijava os meus seios como eles nunca foram beijados, senti uma sensação maravilhosa, aquela boca que corria todo o meu corpo, e de repente eu já esta nua e ele com a cabeça entre as minhas pernas ai que delicia , que língua maravilhosa , eu tremia , de tanto tesão ... Parou um pouco e levantou a cabeça. Ele não sabia se me olhava ou se me possuía, nossa como estava excitado!!! Então nos posicionamos num 69 maravilhoso , ele tem um pênis enorme que quase não coube na minha boca, eu num podia dizer que nunca tinha feito aquilo, no começo foi meio difícil era muito grande, mas aos poucos comecei achar uma delicia , quanto tesão .. Agora ele me vira de novo e me acariciando os seios, beijando muito todo o meu corpo e sinto o seu pênis junto da minha pequenina bucetinha, e começou a me penetrar gostoso e ai , foi meio difícil pra entrar, devagar entrou e ficamos naquele vai e vem e gozamos muito, mas ele nem bem saiu de cima de mim me abraçou e começou a me beijar de novo e de repente de novo e ficou pau duro e rapidinho ele me penetrou gostoso , agora com mais vontade , me segurava pelo cabelo , me batia no bumbum e me chamava de minha gostosa,minha safada. Eu te quero, você é só minha. E mais uma vez gozamos muito... Dormimos ali abraçados e cansados, acordei com ele me beijando, acariciando meus seios, meu corpo todo e mais uma vez ele me possuiu., então fomos tomar um banho, que delicia e então ali no banheiro ele me encostou na parede , levantou as minhas pernas, e encaixou aquele pau delicioso na minha bucetinha....aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....que delicia ..... Ele me possuía feito um cavalo... Só que já era dia e minha tia estava quase chegando, arrumei tudo, deixei o quarto bem limpinho, pra tirar o cheiro de sexo que estava ali... Minha tia chegou e eu ja fui dando um jeito de ir embora. Agora num sei, quero muito voltar lá mas estou morrendo de vergonha. Queria ter coragem... o que eu faço ??